Como líderes sabotam o Lean?

Esse texto é tão bom que eu traduzi para o português (usei o Google Translator pois mesmo sem tempo para traduzir decentemente eu achei que merecia divulgar esse texto).

Vamos usar a palavra “líder” para designar alguém em uma organização que tenha responsabilidade de gerenciamento, começando com supervisores e estendendo-se a CEOs. A maioria dos líderes tem boas intenções quando faz o trabalho, satisfaz os clientes e ajuda a organização a prosperar.

No entanto, mesmo os líderes com boas intenções têm uma desvantagem: possuem conhecimentos herdados do passado que aplicam ao presente, embora não sejam mais relevantes. Quer isso seja intencional ou não, isso sabota a prática da gestão Lean, cuja intenção é produzir melhores resultados para os negócios e para a sociedade do que os que podem ser alcançados com o gerenciamento Clássico.

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A síndrome da bandeja de morangos e como isso afeta as empresas

Sabe quando você vai comprar morangos e à primeira vista eles parecem maduros e saborosos, mas quando você abre a embalagem, nota que aqueles morangos do fundo da bandeja estão verdes e até estragados?

O mesmo acontece com empresas que confiam em dados superficiais ou que fazem generalizações se baseando na opinião de poucas pessoas.

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Por que meu cliente quer pagar pouco?

Vi um debate sobre quanto cobrar do cliente para fazer posts pro Instagram: R$ 300 ou R$ 1200? Alguns designers discutiam entre si no Facebook sobre qual deveria ser o valor justo a ser cobrado.

Após refletir um pouco sobre o tema, eu sugiro que o debate não deva ser sobre quanto cobrar, mas sim como devo oferecer valor para meu cliente.

Como o cliente percebe meu valor?

A percepção de valor é determinada pela seguinte fórmula:

VALOR = BENEFÍCIO / CUSTO

O valor é portanto diretamente proporcional ao benefício (quanto mais benefício tenho, mais valor percebo) e inversamente proporcional ao custo (quanto mais eu pago, menos valor eu percebo).

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The Teaching of Graphic Design and Why It Should Change

This text aims to show that society has changed rapidly, but the teaching of graphic design did not follow these changes. If design colleges want to stay relevant, they will need to re-evaluate their curricula, taking into account new career paradigms. This article expands and elaborate on the ideas of the report AIGA Designer 2025.

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Discussing the relevance of design and graphic design

Design is blessing and curse. Blessing because it is comfortable to know that there is an activity concerned with attending to human interests, advocating for people needs. And it’s a curse when you use the term “design” as a one-size-fits-all definition that instead of clarifying, just confuses.

I will be clearer: there is a considerable gap between discussing the relevance of “design” and the relevance of “graphic design.” I believe that only an innocent soul would disregard the importance of design. Design is relevant. Graphic design maybe is not.

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A importância de um framework (modelo analítico) na pesquisa

Em um projeto de pesquisa de mercado, depois que já sabemos qual é o problema de decisão gerencial e o problema de pesquisa de marketing, é preciso decidir qual será a abordagem do problema.

A abordagem envolve os seguintes aspectos:

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O ensino do design gráfico atual e porque ele precisa mudar

Este texto pretende mostrar que a sociedade tem mudado rapidamente, mas o ensino do design gráfico não acompanhou essas mudanças. Se as faculdades de design quiserem se manter relevantes, elas irão precisar reavaliar seus currículos, levando em conta novos paradigmas profissionais.

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8 evidences that design undergraduate programs are outdated

In Brazil, we have 336 design undergraduate programs, which prepare 12,000+ designers per year to live in the past. That’s exactly what you’ve read. (And before you look for “a” single culprit, there is no one. The whole educational system is the cause of this problem).

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10 errors designers commit in innovation projects

Today we see many organizations becoming interested in the approach that designers use to discover and deliver value to their customers, because unlike traditional approaches, designers take more risks, emotions are better explored, and original ideas are generated. This makes companies stand out from competitors, strengthening their brands and improving their bottom line. However, life is not a bed of roses, specially in this process, as I explain below.

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Approximating design and multivariate statistics

I am interested in approaching statistics and design for some reasons:

I had already seen some statistical initiatives that tried to make some of the designers’ decisions “more objective”. Among these tools already used we have:

  • quantitative analysis of insights,
  • counting words in qualitative interviews,
  • analysis of numerical patterns in comparative studies,
  • calculation sheets to compare understanding performance between different documents.

But nothing came close to the tools that are used by Economics and Marketing, like inferential statistics. It is quite different to say that 2 things are “related,” such as the presence of serifs and readability, and to say that one thing “causes” the other, that is, the serif is definitely a factor that caused the improvement in reading.

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