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Este é o lugar onde eu compartilho minhas ideias sobre o mundo.

9 Argumentos para Defender um Projeto de Identidade para um Cliente

No final desse artigo são mostrados nove argumentos para um designer gráfico defender um projeto de identidade visual e provar para um cliente que vale a pena fazer o investimento.

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Redesign da Conta de Energia Elétrica da COPEL Paraná

Veja como é possível ter uma conta de energia elétrica que todo mundo entende, que respeita seus olhos e seu tempo. Nesse post eu mostro passo-a-passo como esse projeto foi feito.

Tive a ideia de fazer esse redesign depois da repercussão positiva de outro projeto: o redesign do comprovante de débito da Cielo (veja logo abaixo).

Redesign Comprov Debito.indd

Esse projeto foi bem recebido na Internet, tendo mais de 20.000 likes e sendo compartilhado milhares de vezes. Visto que há um interesse nesse tipo de projeto, resolvi fazer um mais complexo, mostrando o passo-a-passo, que você pode acompanhar a seguir.

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Minha loja fica numa rua sem movimento: o que fazer?

Nem todo mundo tem condições de ter uma loja numa rua ou shopping bem movimentado. Isso significaria ter que pagar aluguéis mais caros. Mas há algumas formas de atrair os clientes para sua loja, sem precisar mudar de ponto. Quer saber como? Continue lendo.

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A culpa não é só do governo, também é nossa

Inúmeras empresários tem reclamado da crise brasileira, alegando que a economia não ajuda, que os impostos são altos, que os políticos são corruptos, que a educação brasileira é um fracasso, que a infraestrutura do país não colabora etc. A lista de reclamações é infinita.

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Você tem perfil para ser um freelancer?

Quais são as sete características que todo freelancer deve ter e porque elas não são ensinadas na Universidade?

1. Não saia sendo freelancer sem se preparar antes.

  • Adquira experiência primeiro, antes de ser freelancer. Entre numa empresa pequena, veja como funciona o atendimento, os processos, daí ganhe confiança para voar sozinho.
  • Pare de continuar pensando só como funcionário. Um freelancer é empreendedor, e isso é diferente.
  • Tenha uma especialidade primeiro, seja bom em alguma coisa.
  • Faça networking: diga para o máximo de pessoas o que você faz, elas não conseguirão adivinhar se você não disser. Fale pros parentes, amigos, pessoas novas que você conhece. Você nunca sabe de onde irá surgir um novo cliente.
  • Tenha um site pessoal com portfolio atualizado, apenas com os melhores trabalhos que você realizou. Seja simples nessa hora, não o encha de informação desnecessária.

2. Coloque-se no lugar do cliente.

  • Saiba priorizar os clientes que você já possui, evite pegar trabalhos demais.
  • Faça cortesias, não seja mercenário que só trabalha por dinheiro. Senão você vai ficar com uma fama ruim.
  • Pense em gerar resultados, não apenas em fazer job bonito pra por no seu site.
  • Empolgue-se com os projetos dos clientes.

3. Cuide com carinho de si mesmo.

  • Cuide do corpo, da mente, da alimentação e do sono.
  • Trabalhe num espaço decente.
  • Continue estudando.
  • Aprenda sobre empreendedorismo e gestão de negócios.
  • Separe a vida pessoal do trabalho. Principalmente se tiver família.

4. Seja organizado.

  • Tenha metas. Aonde você quer estar em 1 ano? E em 5 anos? Quem não sabe o que procura, não sabe o que encontra.
  • Use planilhas, anotações e lembretes, para não correr o risco de esquecer algo importante.
  • Saiba quanto tempo demora para fazer um trabalho. Se não souber, pode passar um preço errado e ter problemas na hora de cumprir um prazo.
  • Peça ajuda para terceiros, delegue as coisas, não se sobrecarregue.

5. Saiba lidar com o dinheiro.

  • Controle o dinheiro.
  • Analise os projetos corretamente e dê o preço certo.
  • Evite começar o trabalho sem receber um adiantamento do pagamento.
  • Evite parcelar demais comprometendo sua renda.
  • Tenha coragem de cobrar seus pagamentos.
  • Não dependa de um cliente apenas pois se você perdê-lo, pode colocar em risco seu negócio.
  • Saiba guardar o dinheiro, pelo menos 10% do seu lucro mensal.

6. Tenha equilíbrio emocional.

  • Tenha auto-estima, não se preocupe demais com críticas.
  • Não aceite qualquer tipo de trabalho vindo de um cliente, saiba também dizer não.
  • Tenha auto-controle. Não se irrite facilmente com clientes ou fornecedores.
  • Não desista muito fácil ou cedo demais. Não fique achando que a culpa é sempre do cliente.

7. Comunique-se bem

  • Comunique-se direito com o cliente, sempre com clareza. Se tiver dúvidas, pergunte!
  • Coloque acordos por escrito com clientes, de preferência. Mas evite que o cliente pense que você está desconfiando dele, isso não é legal.
  • Diga a um novo cliente, desde o começo, tudo o que você faz, que tipo de projetos realiza. Ele pode te contratar para mais coisas.
  • Envie um orçamento só depois de falar com o cliente pelo telefone ou pessoalmente. Isso aumenta as chances de fechar o trabalho.
  • Seja acessível ao contratante, nada de bancar o fujão. Clientes odeiam quando você desaparece. Isso os deixam mais ansiosos.
  • Faça as perguntas necessárias na primeira reunião com o cliente, não venha com dúvidas pra casa. Saiba exatamente o que ele precisa.

Atitude não é ensinada nas faculdades

Em resumo, das 39 habilidades listadas acima, apenas 1 delas (“aprenda sobre empreendedorismo e gestão de empresas”) é ensinada nas Universidades, e mesmo assim de uma maneira que não é a ideal.

Ou seja, ser bem sucedido como freelancer tem menos a ver com sua habilidade em usar o Photoshop ou em desenhar, e mais em como você se comporta, quais atitudes você tem. Esse jeito de agir depende mais da sua formação familiar, dos valores que sua família te ensinou, da sua ética e moral, do seu equilíbrio emocional. Vale lembrar aqui que também não adianta ter muita atitude e não ter a parte técnica, é preciso ter OS DOIS.

Isso explica por que aquele profissional que não era tecnicamente perfeito, tinha um trabalho mediano até, se deu melhor como freelancer. Ele tinha a atitude empreendedora correta, seguiu os conselhos dados aqui e foi mais longe na carreira.

Os demais, que não viraram freelancers, foram tentar ser empregados, e muitos nem isso conseguiram, pois várias dessas atitudes indicadas aqui também servem para trabalhar em equipe: equilíbrio, comunicação, empatia, organização.

Pare e se pergunte: você tem essas qualidades para ser um freelancer? Se tiver, siga em frente, você sempre terá trabalho, clientes, amigos. Se ainda não tem, reflita onde pode melhorar e comece agora. Isso também é ter ATITUDE.

Que problemas o Design Thinking resolve?

Há muitos tipos de organização, e cada uma vê benefícios diferentes no design thinking. A reação depende da forma como a organização encara as pesquisas para conhecer seus clientes, suas necessidades e desejos.

Podemos agrupar essas organizações em quatro perfis:

  1. PERFIL “BLACK EYED PEAS” – Não usam pesquisas para conhecer seus stakeholders (clientes, usuários, funcionários, etc). Acham que não precisam de pesquisa para apoiar sua tomada de decisão. Pesquisa significa jogar dinheiro fora. Usam o feeling (“I gotta feeling”) para adivinhar o que seus clientes (stakeholders) precisam.
  2. PERFIL “ME SINTO SÓ” – Já usaram pesquisas, mas não usam mais. Acham importante ouvir as pessoas, conhecer suas dificuldades e necessidades, mas as pesquisas que fizeram não as ajudou a tomar decisões confiáveis. Ao entregar os dados, muitos institutos de pesquisa se limitam a entregar um relatório cheio de informações desconexas e o cliente simplesmente não sabe o que fazer com aquilo.
  3. PERFIL “OVERDOSE” – Ainda usam pesquisa mas estão insatisfeitas. Estão usando pesquisa no momento, mas estão achando que é desperdício de tempo e dinheiro. Os dados obtidos podem até ser válidos, mas assim como a empresa do tipo 2, essa também se sente sobrecarregada de informação com a qual não sabe lidar.
  4. PERFIL “POLLYANA” – Usam pesquisas atualmente e estão contentes com o resultado. Neste caso a pesquisa é algo essencial para poder decidir com segurança. Essa empresa saber analisar os dados, retirar os insights necessários e usá-los como ponto de partida para saber que caminhos deve escolher.

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A vida é muito curta para morar no Rio de Janeiro 

Eu era a paulista mais carioca que meus amigos conheciam. Tinha a tal alma, roupas coloridas, conta na barraca do Leandro, no Posto 12, mesa cativa no Jobi, chamava os garçons pelo nome, tomava cerveja na calçada, banho de mar à noite no verão. Estava com uma mala sempre pronta, e a poltrona 8F no avião religiosamente reservada para ver lá de cima a cidade chegando.

Texto publicado na folha por Mariliz Pereira Jorge, 1º de julho de 2016

A vida é muito curta para não morar no Rio, diziam. Eu ria, mas voltava feliz para o meu caos organizado em São Paulo, às segundas pela manhã. Até que uma proposta de trabalho me trouxe de mala e mudança. Depois do primeiro mês, a lua de mel com a cidade acabou e eu me perguntava: como as pessoas moram aqui?

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