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Que problemas o Design Thinking resolve?

Há muitos tipos de organização, e cada uma vê benefícios diferentes no design thinking. A reação depende da forma como a organização encara as pesquisas para conhecer seus clientes, suas necessidades e desejos.

Podemos agrupar essas organizações em quatro perfis:

  1. PERFIL “BLACK EYED PEAS” – Não usam pesquisas para conhecer seus stakeholders (clientes, usuários, funcionários, etc). Acham que não precisam de pesquisa para apoiar sua tomada de decisão. Pesquisa significa jogar dinheiro fora. Usam o feeling (“I gotta feeling”) para adivinhar o que seus clientes (stakeholders) precisam.
  2. PERFIL “ME SINTO SÓ” – Já usaram pesquisas, mas não usam mais. Acham importante ouvir as pessoas, conhecer suas dificuldades e necessidades, mas as pesquisas que fizeram não as ajudou a tomar decisões confiáveis. Ao entregar os dados, muitos institutos de pesquisa se limitam a entregar um relatório cheio de informações desconexas e o cliente simplesmente não sabe o que fazer com aquilo.
  3. PERFIL “OVERDOSE” – Ainda usam pesquisa mas estão insatisfeitas. Estão usando pesquisa no momento, mas estão achando que é desperdício de tempo e dinheiro. Os dados obtidos podem até ser válidos, mas assim como a empresa do tipo 2, essa também se sente sobrecarregada de informação com a qual não sabe lidar.
  4. PERFIL “POLLYANA” – Usam pesquisas atualmente e estão contentes com o resultado. Neste caso a pesquisa é algo essencial para poder decidir com segurança. Essa empresa saber analisar os dados, retirar os insights necessários e usá-los como ponto de partida para saber que caminhos deve escolher.

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Os gestores de marketing estão sozinhos?

O tempo médio de um profissional de marketing numa empresa é de 35 meses, chegando a 12 meses no segmento de alimentos. Mas por que eles duram tão pouco tempo nas empresas? Uma das razões para isso é a enorme pressão para trazer resultados financeiros, que eles enfrentam.

Mas os gestores de marketing estão sozinhos na busca por esses resultados. Muitos diretores de empresas tem a convicção de que a responsabilidade pela conquista de novos clientes e consequente lucratividade é responsabilidade apenas de um profissional solitário ou no máximo do departamento de marketing em que ele trabalha (Kotler, 2016). Segundo esse ponto de vista, os gestores de marketing são mágicos. Eles tem o poder para transformar toda a empresa e fazer as mudanças necessárias para que os produtos e serviços sejam um sucesso.

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Conheça 12 doenças que matam as empresas

Desde que existe o ser humano, existem as doenças. Elas nos lembram que somos frágeis e que temos limitações. Não podemos fazer o que quisermos, sob o risco de adoecer e até morrer. Com as empresas acontece algo parecido. Elas também adoecem e morrem. Mas assim como no caso dos seres humanos, em muitos casos é possível identificar uma doença a tempo e tomar providências para curar a empresa. A seguir eu cito os principais tipos de doenças que acometem as empresas. Esse artigo é baseado no texto do Carlos Souza, chamado “Deterioração Organizacional: Alguns Exemplos de Disfunções”.

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