Os gestores de marketing estão sozinhos?

O tempo médio de um profissional de marketing numa empresa é de 35 meses, chegando a 12 meses no segmento de alimentos. Mas por que eles duram tão pouco tempo nas empresas? Uma das razões para isso é a enorme pressão para trazer resultados financeiros, que eles enfrentam.

Mas os gestores de marketing estão sozinhos na busca por esses resultados. Muitos diretores de empresas tem a convicção de que a responsabilidade pela conquista de novos clientes e consequente lucratividade é responsabilidade apenas de um profissional solitário ou no máximo do departamento de marketing em que ele trabalha (Kotler, 2016). Segundo esse ponto de vista, os gestores de marketing são mágicos. Eles tem o poder para transformar toda a empresa e fazer as mudanças necessárias para que os produtos e serviços sejam um sucesso.

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Conheça 10 enganos que alguns designers cometem em projetos de inovação

Hoje vemos muitas organizações se interessando pela abordagem que os designers usam para descobrir e oferecer valor aos seus clientes, pois diferentemente das abordagens tradicionais, no design arrisca-se mais, exploram-se melhor as emoções e geram-se ideias originais. Isso faz com que as empresas se destaquem dos concorrentes, fortalecendo suas marcas e melhorando seus resultados financeiros. No entanto, nem tudo são flores nesse processo, conforme explico a seguir.

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A difícil arte de recusar um trabalho na crise

Talvez você já tenha passado pela situação em que precisava decidir se atendia o cliente, garantindo o leitinho das crianças, ou se recusava o trabalho, explicando para ele que aquele projeto seria um desperdício de tempo e dinheiro.

No primeiro caso, você estaria pensando apenas em si mesmo:

“Não posso recusar um trabalho. Preciso trabalhar, pagar as contas e perder um projeto pode significar entrar em dificuldades financeiras ou enfrentar a crise econômica que estou vivendo”.

A segunda opção significaria se colocar no lugar do cliente:

“Esse cliente também pode estar passando por uma crise e está usando as economias para tentar salvar um negócio com a minha ajuda. Não seria justo seguir em frente, sabendo que o cliente está apostando suas fichas num projeto que não tem condições de trazer os resultados que ele espera.”

Como você reagiria? Daria mais importância ao seu lucro ou alertaria o cliente, correndo o risco dele desistir de contratar o seu serviço?

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Está na hora de aposentar a Gestalt?

A contribuição da Gestalt para a psicologia contemporânea é valiosa. Suas ideias foram o ponto de partida para vários conceitos psicológicos, nos convidando a continuar investigando como conseguimos perceber o mundo que nos cerca. Embora a Gestalt tenha sido um passo importante na história da ciência da psicologia e do próprio design gráfico, ela deve ser vista como tal: história. Já faz tempo que a Gestalt deixou de entregar aquilo que promete: ser um conjunto de princípios psicológicos comprováveis que facilitem a vida dos designers.

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Conheça 12 doenças que matam as empresas

Desde que existe o ser humano, existem as doenças. Elas nos lembram que somos frágeis e que temos limitações. Não podemos fazer o que quisermos, sob o risco de adoecer e até morrer. Com as empresas acontece algo parecido. Elas também adoecem e morrem. Mas assim como no caso dos seres humanos, em muitos casos é possível identificar uma doença a tempo e tomar providências para curar a empresa. A seguir eu cito os principais tipos de doenças que acometem as empresas. Esse artigo é baseado no texto do Carlos Souza, chamado “Deterioração Organizacional: Alguns Exemplos de Disfunções”.

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Por que se preocupar antes com a experiência dos funcionários?

 

Nos processos de atendimento, cujo objetivo é, no mínimo, satisfazer as expectativas do cliente, um grande responsável por esse resultado é o funcionário. No entanto, muitos projetos de design são concebidos “centrados no apenas usuário” ou no cliente. É comum ver projetos que desconsideraram totalmente as opiniões e interesses das pessoas que realizam os atendimentos.

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A razão principal pela qual projetos falham

Imagine a seguinte cena: você gastou 1 mês inteiro só planejando como iriam executar seu projeto. Pensou em quais seriam as fases, as durações das tarefas, a melhor pessoa para realizá-las. Também montou aquele cronograma lindo, que mandou imprimir em tamanho grande, num papel firme, para colar na parede, à vista de todos. Enviou um e-mail para todos os participantes, descrevendo o que iria ser feito, com todos os detalhes. Fez uma reunião apresentando o projeto para toda a equipe do seu cliente. Apertou a mão do seu contratante, olhou no fundo dos olhos dele e disse: “Esse projeto irá fazer toda a diferença”. Mas, seis meses depois, parece que tudo estava como antes, ou seja, o projeto foi um fracasso.

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