Está na hora de aposentar a Gestalt?

A contribuição da Gestalt para a psicologia contemporânea é valiosa. Suas ideias foram o ponto de partida para vários conceitos psicológicos, nos convidando a continuar investigando como conseguimos perceber o mundo que nos cerca. Embora a Gestalt tenha sido um passo importante na história da ciência da psicologia e do próprio design gráfico, ela deve ser vista como tal: história. Já faz tempo que a Gestalt deixou de entregar aquilo que promete: ser um conjunto de princípios psicológicos comprováveis que facilitem a vida dos designers.

A Gestalt é uma teoria amplamente ensinada nas faculdades e livros de design gráfico, há quase 90 anos. Visto que é importante que designers saibam como as pessoas provavelmente irão interpretar suas mensagens visuais, a Gestalt surgiu como um conjunto de explicações que mostrariam como as pessoas reagiriam a essas mensagens. No entanto, hoje, aproximadamente 100 anos depois do surgimento da Gestalt, ela ainda não conseguiu fazer isso.

Professores, alunos e profissionais tentam entender a Gestalt e aplicá-la em projetos gráficos, mas essa tarefa é mais difícil do que parece. Recentes avanços no estudo do cérebro humano demonstram que reduzir o funcionamento da mente a algumas poucas “leis” ou “regras”, ainda está muito longe de nos explicar exatamente como é que o cérebro consegue dar sentido às cores, formas, sons, cheiros e elementos táteis que nos cercam.

Alguns designers não se contentariam com uma crítica superficial à Gestalt, então eu cito a seguir os argumentos de cientistas que dominam esse assunto e fornecem mais detalhes sobre porque a teoria da Gestalt não consegue ajudar os designers gráficos como deveria. Além de apontar as deficiências da Gestalt nesse artigo, mostro também que essa teoria não é a única a ter problemas para explicar a percepção visual e termino apresentando uma teoria menos conhecida que poderia ajudar mais os designers, de modo mais confiável.

Uma nova perspectiva sobre a Gestalt

Segundo o autor Johan Wagemans e seus colegas pesquisadores, a Gestalt possui algumas fraquezas:

  • NÃO LEVA EM CONTA A EXPERIÊNCIA PRÉVIA DA PESSOA: A Gestalt defende que as leis da percepção nascem com o ser humano ao invés de serem aprendidas com o passar dos anos. No entanto, estudos recentes com observadores adultos mostraram que a experiência passada pode influenciar a forma como percebemos a diferença entre a figura e o seu fundo. Peterson & Skow-Grant (2003) também compartilham dessa crítica. Wertheimer, um dos fundadores da teoria Gestalt também falou sobre a influência da “experiência passada”, mas o que ele disse não tem o mesmo sentido utilizado por outras correntes da psicologia. Para ele, a experiência prévia da pessoa não consegue alterar os princípios gerais da percepção (Luccio, 2011), mas não é isso que vemos acontecer na prática, quando mostramos uma imagem ambígua (com mais de uma interpretação) para diferentes pessoas (Figura 1)

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  • SÓ FUNCIONA NA TEORIA: A teoria gestaltista nem sempre se verifica na prática.
  • BASE FRÁGIL: Um dos pilares da Gestalt é a teoria do campo elétrico, teoria que foi considerada morta e enterrada em 1950.
  • PRINCÍPIOS VAGOS E CONFUSOS: A Gestalt oferece meras demonstrações, usando estímulos muito simples ou confusos, formulando leis com pouca precisão, ou adicionando “leis” para cada fator que parecesse ter alguma influência na percepção. Para evitar criar leis demais foi proposta uma lei principal, chamada de Lei da Pragnanz, mas sua explicação foi deixada “confusa” de propósito: “a organização psicológica será sempre tão BOA quanto as condições permitirem”. Sobre esse assunto, Bruce & Green (1990) escreveram: “algumas das suas “leis” de organização perceptiva hoje parecem vagas e inadequadas. O que significa uma “boa” ou “simples” forma, por exemplo?”. Os próprios gestaltistas admitem que este conceito é subjetivo (Koffka, 1975). Se observarmos a natureza, poucos objetos naturais tem uma estrutura regular. A maioria não tem forma ou tem uma forma imperfeita, de modo que poucos objetos tem uma “boa forma” de modo a serem “melhores” do que outros (Luccio, 2011).
  • NÃO INDICA QUAIS LEIS SÃO MAIS FORTES: Todorovic (2008) explica ainda que, embora a Gestalt seja coberta de alguma forma na literatura científica como em Kubovy & van der Berg (2008), ainda resta detalhar como é que diferentes princípios gestaltistas interagem entre si e quais irão ser mais fortes em quais situações.
  • FOCO NO 2D: Muito do que era a teoria original da Gestalt se baseia na percepção bidimensional, no entanto nossa percepção é tridimensional.
  • DESPERDÍCIO DE TEMPO: Além dessas críticas, o psicólogo Skinner (1977) também questiona a base filosófica da Gestalt, chamada de teoria representacional ou “teoria da cópia” (a ideia de que nossa mente faz cópias do mundo), afirmando que fazer isso seria um desperdício de tempo para o cérebro.
  • TRADUÇÃO INCORRETA: Somando a essas discussões, Dewey (2004) faz ainda uma declaração bastante séria: O conceito principal repetido nas aulas de Gestalt está errado (“O todo é maior do que a soma das partes”). Foi traduzido incorretamente do alemão para o inglês, algo que Kurt Koffa, um dos fundadores da Gestalt, criticou severamente. No seu texto original estava dito que “O todo é diferente (ou independente) da soma das partes”, no sentido de que o todo tem uma existência própria, que não depende das partes. Koffka não gostou da tradução e corrigia os alunos que usavam a palavra “maior” ao invés de “diferente” (Heider, 1977). Segundo Koffa, não se trata de um princípio de “soma”. O que o texto original da Gestalt queria dizer é que o todo tem uma existência independente no sistema perceptivo.
  • NÃO PRECISAMOS DE UMA LEI PARA VER O ÓBVIO: Além disso, os fundamentos propostos pela Gestalt se baseiam em conceitos relativamente óbvios. Rock (1975) afirma que os princípios da Gestalt são baseados na nossa experiência com coisas e suas propriedades: objetos no mundo geralmente estão localizados na frente de algum fundo (figura fundo), tem uma textura diferente da textura desse fundo (similaridade), são feitos de partes que estão perto umas das outras (proximidade), se movem como um todo (destino comum), tem contornos fechados (fechamento) e esses são contínuos (continuidade) (Todorovic, 2008).
  • NÃO É CITADO COMO HISTÓRIA: Curiosamente, o livro História do Design Gráfico, de Philip Meggs, não cita a palavra Gestalt nem uma única vez e faz menção à estudos de percepção apenas na história de Peter Behrens e a Nova Objetividade (Meggs, 2009). É intrigante que um conceito considerado central no ensino do design sequer apareça num livro importante de história da atividade.
  • EMPRESTA CONCEITOS DA FÍSICA PARA SER SÉRIA: Os fundadores do gestaltismo empregam metaforicamente termos das ciências exatas, como a Física, deslocados de seus sentidos e contextos originais, para conferir ar de seriedade a argumentos romântico-teológicos (Santos, 2014).

Quais são as alternativas para a Gestalt?

Visto que a Gestalt possui diversas fraquezas, quais seriam as outras alternativas para ajudar os designers a fazerem projetos gráficos que atinjam os objetivos desejados, usando fundamentos teóricos úteis? O propósito deste artigo não é se aprofundar nesse tema, mas poderíamos começar recomendando uma teoria psicológica que não tenha as fragilidades da Gestalt.

Mas não é só a psicologia Gestaltista, como teoria da percepção, que é objeto de crítica. Outras abordagens que possuem problemas conceituais são:

  • Kant (Abordagem Kantiana)
  • Wundt, Weber e Fechner (Abordagem Estruturalista)
  • Gregory (Abordagem Construtivista ou Top-Down)
  • Bruner (Abordagem New Look)
  • Gibson (Abordagem Direta ou Bottom-Up)
  • Marr (Abordagem Computacional)

A principal fraqueza de todas essas abordagens é que elas se baseiam na teoria representativa da percepção ou “teoria da cópia”. Segundo essa teoria, as pessoas não tem contato direto com a realidade visível, mas sim com cópias dessa realidade, na forma de imagens mentais. Essas cópias são idênticas para todas as pessoas que estão em contato com as mesmas coisas. Essa cópia “mental” de uma cadeira vai ser sempre igual em outras pessoas que virem esse mesmo objeto. Eles alegam que as cópias são armazenadas na mente e podem ser recuperadas posteriormente (Almeida et al. 2009).

No entanto há uma abordagem que recusa essa teoria da cópia, chamada de Behaviorismo Radical, cujo representante mais conhecido é o psicólogo B. F. Skinner. Essa linha da psicologia busca entender o ser humano pelo seu comportamento, que envolve sua relação com o ambiente. E esse ambiente pode envolver o mundo físico, o mundo social e a história de vida individual – como a história passada (Moreira & Medeiros, 2007). É importante dizer que para os behavioristas radicais, o ambiente não se trata de algo existente na Natureza, muito menos coincidente com o conjunto de tudo que está à nossa volta, fisicamente falando. O ambiente inclui uma parte privada do universo, que está debaixo da nossa própria pele, que só nós temos acesso (Andery et al. 2009).

Por fim, diferente da Fisiologia que estuda os órgãos dos sentidos, e da Gestalt, que foca nos estímulos em si, o behaviorismo radical entende que a percepção é um comportamento, uma ação. Além disso, o comportamento é algo dinâmico, fluído, que não pode ser congelado para ser estudado. Ao invés de ser um substantivo “percepção”, ela é um verbo, “perceber”.

Variáveis controladoras do comportamento perceptivo

Dentre as variáveis que podem controlar o comportamento perceptivo, algumas aumentam ou diminuem a probabilidade de uma pessoa perceber um certo estímulo. Podemos citar:

  • a história pessoal de aprendizagem operante e respondente com aquele estímulo,
  • o nível de privação com tal estímulo,
  • as características físicas dos estímulos e
  • a presença simultânea ou a falta de outros estímulos (Almeida et al., 2009)

A Gestalt entende que a forma que a pessoa irá reagir a um estímulo é resultado de processos internos do cérebro, que são iguais em todos os seres humanos. Essas variáveis citadas no parágrafo anterior não fariam diferença, exceto as características físicas dos estímulos em si.

Diferente da Gestalt, a explicação dada pelo behaviorismo radical não se restringe apenas ao que acontece no presente, enquanto está ocorrendo o ato de “perceber”, mas se amplia para incluir múltiplas variáveis distantes no tempo passado e que no presente são difíceis de serem identificadas. Numa perspectiva contextual, a função dos estímulos não se limita às suas propriedades físicas, ela será sempre o produto da história pessoa de reforço de cada pessoa. (Almeida et al., 2009). Pela Gestalt, nossa história particular seria irrelevante para interpretar as imagens.

Conclusão

Percebe-se portanto que a Gestalt tem deficiências sérias que merecem atenção e uma reflexão por parte dos designers gráficos, que muitas vezes a aprendem como sendo uma teoria livre de problemas, um remédio para a falta de fundamentos teóricos sobre a percepção visual.

O que as evidências apontam é que a teoria da Gestalt nem sempre se verifica na prática, que ela minimiza ou ignora o papel da experiência passada sobre a percepção, se baseia em princípios considerados vagos ou subjetivos, se concentra mais nos estímulos visuais do que nos comportamentos resultantes, focam em representações 2D sendo que o mundo é 3D, consideram o cérebro uma mera máquina de representação do mundo, passando até por problemas de tradução do original alemão para o inglês.

Em resumo, embora os princípios da Gestalt tenham sido discutidos por 100 anos e são apresentados na maioria dos livros didáticos de percepção, há ainda um grande número de problemas sobre eles que precisam ser resolvidos (Todorovic, 2008). É preocupante que surjam infindáveis trabalhos baseados na Gestalt assinados por estudiosos da linguagem visual. Talvez seja o momento oportuno para questionar criticamente – ou mesmo aposentar – o uso da Gestalt.

Para saber mais

Se você se interessa em saber mais sobre o behaviorismo radical e como ele pode ser um substituto para a Gestalt, recomendo 2 leituras:

Uma introdução ao tema do behaviorismo radical com exemplos: 

Matos, M. (2008) Diferença entre o behaviorismo metodológico e o radical. Disponível em http://www.ufrgs.br/psicoeduc/behaviorismo/behaviorismo-metodologico-e-behaviorismo-radical/ Psicologia – Palestra no II Encontro da ABPMC. Acessado em 15 de agosto de 2015.

Uma aplicação do behaviorismo radical na percepção visual: 

Almeida, J.; Carvalho, H; Gongora, M. (2009) O comportamento de perceber na perspectiva behaviorista radical. Em “Sobre Comportamento e Cognição: Desafios, soluções e questionamentos”, Vol. 23. Pags 470-479. ESETEC Editores Associados.

Autor do texto: Prof. M.Sc. Ricardo Martins – Universidade Federal do Paraná

Para escrever esse artigo sobre a Gestalt foi preciso investigar diferentes autores num período que engloba os últimos 100 anos de pesquisa em psicologia (Bruner et al. 1956; Gibson, 1966; Gregory, 1970; Koffka, 1975; Skinner, 1977; Marr & Nishihara, 1978; Marr, 1982; Skinner, 1982; Day, 1983; Epstein, 1988; Bruce & Green, 1990; Chalmers et al., 1991; Kepes, 1995; Harpaz, 1996; Barry, 1997; Möller, 1999; Hoffman, 2000; Peterson & Skow-Grant, 2003; Moreira & Medeiros, 2007; Bock et al. 2007; Matos, 2008; Todorovic, 2008; Almeida et al., 2009; Cordeiro, 2010; Luccio, 2011; Wagemans et al. 2012; Santos, 2014).

Referências

Almeida, J.; Carvalho, H; Gongora, M. (2009) O comportamento de perceber na perspectiva behaviorista radical. Em “Sobre Comportamento e Cognição: Desafios, soluções e questionamentos”, Vol. 23. Pags 470-479. ESETEC Editores Associados.

Andery, M.; Micheletto, N. e Sério, T. (2009) Definição de comportamento. Em Andery, M; Micheletto, N. e Sério, T. (Eds.) Comportamento e causalidade, 6. São Paulo: Editora PUC SP.

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